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A casa às costas

“No meu primeiro treino na Roménia, quando cheguei ao campo estava todo desnivelado e tinha lá dentro um cavalo a pastar”

“No meu primeiro treino na Roménia, quando cheguei ao campo estava todo desnivelado e tinha lá dentro um cavalo a pastar”
Marius Ciurcu

O avançado Ricardo Matos, que esta época veste a camisola do Arges Pitesti, explica nesta Parte II do Casa às Costas como foi parar à Roménia, que dificuldades sentiu na adaptação e quais os seus objetivos daqui para a frente. Antes, conta como foi o ano em que jogou no Olhanense, relata a estreia na I Liga, pelo Portimonense, e como foi regressar ao Belenenses, onde jogou por empréstimo, aos 18 anos

Como foi parar ao Olhanense, que estava no Campeonato de Portugal, em 2021/22?
Desde muito cedo tinha dito aos meus representantes que não queria continuar em Itália. Inicialmente o clube não me deixava sair, só consegui rescindir praticamente a meio de agosto. Os clubes de I e II liga em Portugal diziam que reconheciam a minha capacidade, mas a verdade é que eu estava há dois anos praticamente sem jogar. Esse foi o primeiro ano da Liga 3, os plantéis já estavam fechados, os principais campeonatos já tinham começado. O Olhanense tinha uma certa relação com Itália, os investidores da altura eram italianos, e chegaram a um acordo. A partir daí o meu objetivo era fazer 10 golos e conseguir ir para a II liga.

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