Capitão e maior referência da seleção masculina de voleibol, Alexandre Ferreira conta nesta II parte do Casa às Costas, antes do arranque do Europeu, como foi jogar na Polónia, onde acabou por conhecer a mulher, e na Coreia do Sul, com um nível de exigência muito elevado e onde o controlo da vida dos jogadores era (quase) total. O zona 4 de 202cm altura fala ainda dos dois anos no Japão, das lesões, do regresso a Portugal para jogar no Benfica e da mudança de geração na seleção, garantido que continua a haver qualidade, mas menos capacidade de sacrifício