Fernando Feijão, presidente da Federação de Triatlo de Portugal, rejeita a ideia de uma vaga de sucesso surgida do nada no país. Depois do título mundial de Vasco Vilaça, do bronze de Ricardo Batista no ranking mundial, e do 11º lugar de João Nuno Batista e do 19º de Miguel Tiago Silva na finalíssima do Mundial, além do vice-campeonato mundial júnior de Dinis Ferreira, o dirigente explica como se construiu triatlo português: “O triatleta demora no mínimo 10 anos a chegar a um nível internacional.”