Nenhum dos finalistas tinha Grand Slams no currículo e apenas um, Alexander Zverev, conhecia o sabor, no seu caso amargo, de jogar uma final. Como na disputa feminina da véspera, Roland-Garros coroou um novo campeão: o alemão, tenista brutal mas abafado por coincidir com uma geração de lendas depois de uma outra, venceu, em cinco sets e após mais de quatro horas, Flavio Cobolli, italiano que andou entre o futebol e o ténis até decidir que não gostava de desportos coletivos