Apesar de dirigentes da FIFA, incluindo Gianni Infantino, amigo de Donald Trump, e da própria Federação de Futebol dos EUA, revelarem publicamente que apoiam a presença da seleção do Irão no Campeonato do Mundo, o presidente norte-americano fez questão de passar uma mensagem contrária, ao dizer que se trata “de um país duramente derrotado“ e que “não se importa“ se jogará, ou não, o torneio