Foi campeão em três países, venceu a Champions e a Liga das Nações, acaba de sair do Manchester City com honras de lenda, mas Bernardo, em conversa com a Tribuna Expresso, admite que ainda não viveu a sua grande fase final com a seleção. Já não o driblador irreverente de outrora, mas um cerebral futebolista com mente de estratega, o oitavo mais internacional de sempre eleva a fasquia da ambição de um coletivo que, opina, deve jogar “olhos nos olhos”, seja contra quem for. Finda a relação quase telepática com Guardiola, o futebolista que Pep mais utilizou adia para depois do Mundial a decisão quanto ao seu futuro