O Zaire já perdera por 2-0 e depois por 9-0 na fase de grupos do Campeonato do Mundo de 1974 quando defrontou o campeão Brasil e, num livre direto, um dos seus jogadores saiu disparado da barreira para chutar a bola para longe. O futebol eurocêntrico riu da suposta ignorância e houve chacota geral de um gesto que era, na verdade, um protesto contra um ditador. Mwepu Ilunga é o décimo quinto dos 48 Cromos do Mundial, série que destaca um futebolista excêntrico, ou quase, de cada país que jogará na edição de 2026