Exclusivo

Entrevistas Tribuna

A prova que resiste a tudo: da guerra aos ventos da ponte e zulus descalços, já são 35 anos de histórias na Meia-Maratona de Lisboa

Carlos Móia, presidente do Clube Maratona, com uma medalha da 35ª edição da EDP Meia-Maratona de Lisboa
Carlos Móia, presidente do Clube Maratona, com uma medalha da 35ª edição da EDP Meia-Maratona de Lisboa
Nuno Botelho

Alguns atletas de renome quase não chegavam a tempo da 35ª EDP Meia-Maratona de Lisboa devido aos voos cancelados e rotas cortadas pela guerra no Médio Oriente, mas, com a ajuda da organização, esta edição comemorativa vai ter a melhor elite de sempre. Para Carlos Móia, presidente do Clube Maratona de Portugal que há três décadas vive entre medalhas atiradas ao ar, ventos que fecham a ponte e percursos corrigidos em cima de uma mota, este é apenas mais um capítulo numa prova onde o imprevisto sempre fez parte do percurso

Quase todos os anos há um imprevisto na EDP Meia-Maratona de Lisboa. Às vezes é o vento, outras o calor, outras um erro humano, outras ainda um atleta que decide aparecer sem dorsal ou com um dorsal fotocopiado. Este ano, na 35ª edição, o imprevisto chegou de muito mais longe: a guerra no Médio Oriente deixou vários atletas de elite sem voos. E logo quando o Maratona Clube de Portugal (MCP) queria reunir o melhor conjunto masculino e feminino de sempre.

Comprou o Expresso?Insira o código presente na Revista E para continuar a ler

Tem alguma questão? Envie um email ao jornalista: AAbreu@expresso.impresa.pt