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A casa às costas

“Sei que em muitos momentos podia ter sido mais profissional, houve algum deslumbre e muitas das vezes facilitismo da minha parte”

“Sei que em muitos momentos podia ter sido mais profissional, houve algum deslumbre e muitas das vezes facilitismo da minha parte”
Matilde Fieschi

Filipe Chaby fala sobre as épocas em que jogou ao serviço da Académica de Coimbra, a quem deixa vários elogios, e do Nacional da Madeira, antes de partir para a primeira aventura no estrangeiro, no Azerbaijão. Abordamos ainda o regresso ao Belenenses e a ida para a Indonésia onde reencontrou o prazer de jogar futebol. Nesta parte II do Casa às Costas, o médio fala ainda sobre o futuro pós-carreira, os receios que tem, os investimentos que fez e sobre literacia financeira

Como foi parar à Académica de Coimbra, em 2019/20?
Ainda comecei a pré-época no Sporting com o Keizer, que deve ter feito uma avaliação naquela primeira semana. Dizem-me que podia procurar solução para ser emprestado. O César Peixoto ligou-me diretamente, disse que me conhecia perfeitamente como jogador, sabia dos meus problemas, conhecia as minhas características.

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