“Quando cheguei a Portugal o que me chocou foi a frontalidade. O brasileiro não tem a cultura de chegar à frente da pessoa e ser franco”

Apesar de ser filho de um guarda-redes, Helton Leite, de 35 anos, só descobriu o seu lugar entre os postes depois da mãe insistir com ele para experimentar a posição. O brasileiro, que nunca mais tirou as luvas dentro de campo, construiu uma carreira que passou por clubes como o Criciúma, Botafogo, Boavista, Benfica, Antalyaspor, Deportivo e Fortaleza, entre outros. É sobre como tudo começou e os primeiros anos da carreira que falamos nesta Parte I do Casa às Costas

