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A auto-crítica otimista de Luís Frade antes dos gigantes da Dinamarca: “É muito bom sentir um balneário tão derrotado depois de um empate”

Frade no encontro contra a Macedónia do Norte
Frade no encontro contra a Macedónia do Norte
Bo Amstrup

Após a igualdade contra a Macedónia do Norte, o pivô admite que se vivia um ambiente pesado no balneário, porque Portugal teve o jogo na mão e deixou escapar. A subida da exigência é mérito da seleção, diz Frade à Tribuna Expresso, na véspera de um embate contra os tetracampeões mundiais onde a calculadora pode ser protagonista

A auto-crítica otimista de Luís Frade antes dos gigantes da Dinamarca: “É muito bom sentir um balneário tão derrotado depois de um empate”

Pedro Barata

Jornalista

Durante vários momentos da segunda parte perante a Macedónia do Norte, Portugal esteve com quatro ou cinco golos de vantagem no marcador. Ganhar significaria selar, imediatamente, a passagem à main round, mas sucederam coisas que não podem acontecer e os balcânicos conseguiram chegar ao empate.

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