A auto-crítica otimista de Luís Frade antes dos gigantes da Dinamarca: “É muito bom sentir um balneário tão derrotado depois de um empate”
Após a igualdade contra a Macedónia do Norte, o pivô admite que se vivia um “ambiente pesado” no balneário, porque Portugal teve “o jogo na mão” e deixou “escapar”. A subida da exigência é mérito da seleção, diz Frade à Tribuna Expresso, na véspera de um embate contra os tetracampeões mundiais onde a calculadora pode ser protagonista

