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Basquetebol

A única hipótese de Rúben Prey foi pôr a vida à disposição do basquetebol. Agora, quer levar a sua aura para a NBA

Rúben Prey regressou à seleção nacional dois anos depois da estreia
Rúben Prey regressou à seleção nacional dois anos depois da estreia
Ana Baião

Rumou a Espanha com 14 anos sem certezas de nada e com as probabilidades contra si. Afinal, vinha de Portugal, o fim do mundo do basquetebol. Entregou-se à formação de elite do Joventut Badalona e evoluiu como um projeto laboratorial. A adaptação à Catalunha exigiu afinco disciplinar e melhorias na “educação desportiva”. Para estar mais próximo da NBA, o derradeiro nível, ingressou na universidade de St. John’s, onde espera oportunidades na próxima época que lhe permitam colocar o nome no draft. Com uma agilidade fora do normal para os 2,08 metros, surge numa era em que as suas características estão altamente cotadas em bolsa

Termina o treino e Rúben Prey coloca a tiracolo uma coluna de som maior do que muitos sacos de desporto. É difícil imaginar que aquele objeto possa viajar debaixo do banco de uma companhia aérea low cost dadas as dimensões. Independentemente do desconforto que lhe causa, não larga o apêndice. Do mesmo modo insistente, enquanto se exercitava junto da seleção nacional, os lustrosos diamantes permaneceram nas orelhas. Tudo no jovem das tranças grita olhem para mim.

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