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Acordo do Benfica com a NOS “é ótima notícia para o futebol português”, mas não garante “benefícios generalizados” na hora da centralização

Sudakov festeja o 1-1
Sudakov festeja o 1-1
Gualter Fatia

Os encarnados vão receber um valor a rondar os 50 milhões de euros por ano até à entrada em vigor da venda centralizada dos direitos audiovisuais, em 2028/29. Negócio pressupõe uma valorização dos ativos do Benfica, mas tal não significa um efeito contágio para o resto do futebol português

Em outubro, em plena campanha eleitoral para as eleições do Benfica, o então incumbente e mais tarde vencedor do sufrágio Rui Costa manifestou a ambição dos encarnados chegarem a um valor a rondar os €70 milhões por ano na negociação dos direitos audiovisuais para 2026/27 e 2027/28, antes da entrada em vigor do modelo de venda centralizado, que, por lei, terá de ser uma realidade a partir de 2028/29. O acordo assinado com a NOS - para todos os efeitos uma renovação do contrato - não chega a tais números, mas eleva a fasquia.

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