A primeira reação à vitória
“Uma análise? Vinte e cinco remates, oito enquadrados, 15 cantos, 2-0. Acho que o resultado está desenquadrado do que foi o nosso jogo, tivemos muitas oportunidades para criar um resultado completamente diferente, nao conseguimos, mas ganhámos merecidamente, com tranquilidade, e repito: com números completamente desfasados do que o foi o jogo.”
Scheljderup e Prestianni
“Temos dois miúdos em boa forma — Prestianni e Schjelderup cresceram e parece que não param de crescer. Não só fazem melhor o que faziam bem, como fazem bem coisas que não eram capazes de fazer. Estão os dois muito, muito bem. Criámos muito por ali. Mas o obejtivo era entrar com intensidade, encurralar o adversário no meio-campo dele, não deixar sair. Foi o que fizemos. Tivemos oportunidades para fazer o terceiro golo.
Não era nossa intenção deixar o jogo correr, falhãmos o penálti, tivemos outras oportunidades, o Nacional foi-se organizado e pronto, os três pontos são o que conta, mas queríamos fazer mais e melhor. Tivemos períodos muito bons, o jogo na sua globalidade foi controlado e dominado, a única coisa que não me agrada muito é que podíamos ter tido outro resultado.”
O estádio e a estreia de Gonçalo Moreira
“O estádio já não surpeende, até tinha dito aos jogadores para se prepararem caso não tivéssemos um bom começo e tivéssemos de suportar um público insatisfeito. Não aconteceu. O Gonçalo merece muito, claro que hoje nõ é uma oportunidade de crescimento, não foi, mas sim para premiar mais um miúdo que não nasceu no Benfica, mas quase, chegou criança e tem feito uma época extraordinária em todos os escalões e situações em que joga.
É com grande satisfação que eu e a estrutura no Seixal festejamos, porque o Gonçalo merece muito. A próxima semana é de Youth League, a equipa é produto do trabalho de muita gente, de equipas diferentes — seria bonito que os miúdos conseguissem ganhar a competição. E lá vai o Gonçalo tentar ajudar.”
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