Dois inspetores da Polícia Judiciária que foram testemunhar durante o julgamento do processo 'Saco Azul' revelaram que não existe nos autos qualquer dado que prove o retorno do dinheiro ao Benfica, nem que permita associar ao clube das águias os levantamentos em numerário feitos, a débito, nas contas da empresa Questão Flexível [utilizada para a emissão das faturas de serviços de informática que o MP considerou inexistentes] por parte do arguido José Bernardes, dono desta empresa. E que a única coisa que ligava Luís Filipe Vieira, o ex-presidente do Benfica, e Domingos Soares de Oliveira, antigo diretor executivo (CEO) do clube, aos contratos com a Questão Flexível, é o facto de terem sido eles a assiná-los.
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