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Acusação de assédio laboral, decisões abruptas e rutura com o passado: a conflituosa presidência de Cândido Barbosa na Federação de Ciclismo

Cândido Barbosa (primeiro a contar da direita) foi eleito presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo em novembro de 2024
Cândido Barbosa (primeiro a contar da direita) foi eleito presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo em novembro de 2024
Federação Portuguesa de Ciclismo

Investigado por alegada venda fictícia de empresa, há mais casos a rondar o presidente da Federação Portuguesa de Ciclismo. José Carlos Gomes, ex-assessor de imprensa da entidade, vai para tribunal com acusações contra Cândido Barbosa, que garante à Tribuna Expresso “repudiar categoricamente qualquer prática de assédio”. Há ainda fontes que apontam que Barbosa pessoalizou o poder: “Decidiu que a Federação é dele.”

Acusação de assédio laboral, decisões abruptas e rutura com o passado: a conflituosa presidência de Cândido Barbosa na Federação de Ciclismo

Pedro Barata

Jornalista

José Carlos Gomes não duvida que se trata de “um caso típico de assédio laboral”. Assessor de imprensa da Federação Portuguesa de Ciclismo (FPC) até ao verão passado, a vida mudou quando, a 16 de novembro de 2024, Cândido Barbosa foi eleito presidente da entidade fundada em 1899. “Logo no dia da tomada de posse”, diz José Carlos à Tribuna Expresso, “entrou alguém na Federação e começou a distribuir comunicados aos jornalistas, a fazer de assessor de imprensa”, acusa.

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