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Ciclismo

Alpe d'Huez: a mais célebre arena do Tour é também a montanha do povo

Tadej Pogacar a subir o Alpe d'Huez em 2022, na altura com a camisola de líder da juventude
Tadej Pogacar a subir o Alpe d'Huez em 2022, na altura com a camisola de líder da juventude
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É uma montanha, mas podia ser um deus, tal é a simbologia e o ambiente sagrado. Esta sexta e sábado, o Alpe d’Huez acolhe duas chegadas da Volta a França, algo que só aconteceu em 1979, ano em que Joaquim Agostinho ali ganhou. À boleia dos testemunhos de Kasia Niewiadoma, Alberto Contador, José Azevedo, ilustres intérpretes deste palco maior do ciclismo, procurámos descobrir como se ergueu o mito

Miguel Branco

Os dedos de uma mão. Quando naquele 18 de agosto de 2024 acordou em Le Grand Bornand, com os Alpes franceses esculpidos na janela, Kasia Niewiadoma estava longe de imaginar que os dedos de uma mão bastariam para contar os segundos de vantagem com que, cerca de dez horas mais tarde, se viria a sagrar vencedora da 3ª edição do Tour de France feminino.

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