Bruno Vieira Amaral escreve sobre o médio norueguês, o tipo de jogador que dá nas vistas por não dar nas vistas, cuja maneira de jogar é tão pouco vistosa que se torna ostensiva, extravagante. A sua missão é passar despercebido e é nessa missão que, paradoxalmente, se destaca
Não sei se repararam no ar de Fredrik Aursnes após lhe ter sido atribuído o galardão de homem do jogo contra o Club Brugge. Era qualquer coisa entre o “não sei como é que isto me aconteceu” e o “preferia que isto não me tivesse acontecido”. Aursnes é aquele tipo de jogador discreto e eficiente em que ninguém repara até que alguém repara. Depois de alguém reparar torna-se impossível tirar os olhos dele e não apreciar a eficiência e a discrição do seu futebol de muita técnica e poucos malabarismos
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