Silvino Louro, que morreu na semana passada, foi o guarda-redes que menos gostei de ver a não sofrer golos com a camisola do Benfica. E para isso bastou um jogo, já se sabe qual: a final de Estugarda, no Neckarstadion, contra o PSV
Quando Neno morreu, escrevi que tinha sido o guarda-redes que mais gostei de ver a sofrer golos com a camisola do Benfica. Havia uma boa razão para essa preferência peculiar. Neno foi o guarda-redes no 5-2 ao Boavista naquela mítica final da Taça de 1993, foi o guarda-redes do 4-4 em Leverkusen (Neno e os cantos, que pavor!) e foi o guarda-redes no 6-3 em Alvalade, no dia mais glorioso da existência futebolística de João Vieira Pinto. Quanto a Silvino Louro, que morreu na semana passada, foi o guarda-redes que menos gostei de ver a não sofrer golos com a camisola do Benfica. E para isso bastou um jogo, já se sabe qual: a final de Estugarda, no Neckarstadion, contra o PSV.
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