Que um treinador no início da época diga que a prioridade é o campeonato revela não apenas sensatez como uma excelente gestão das expectativas. Mas, chegado aos quartos-de-final da Champions, a um jogo de uma eliminatória a que um clube português não chega há mais de vinte anos, Rui Borges vir com esta conversa de início de temporada nem como bluff é aceitável
Rui Borges na 1ª mão dos quartos de final da Liga dos Campeões, frente ao Arsenal
DeFodi Images
Semanas atrás, talvez duas, Rui Borges disse qualquer coisa como “a nossa Champions é a liga.” Dias depois da derrota com o Arsenal em casa e antes do jogo decisivo contra o Estrela da Amadora – agora, todos os jogos são decisivos –, insistiu na ideia, sem querer, no entanto, desvalorizar a Champions ou dar a impressão de abdicar da rainha de todas as competições.
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