O treinador da quarta melhor seleção de andebol do mundo tem algo a dizer: “Modalidade amadora? Até me arrepia ouvir. Acabem lá com isso”
Em 2016, quando chegou ao cargo, Portugal ia numa seca de fases finais que duraria até 2020. A partir daí, foi quase sempre em crescendo e a seleção vai para o seu oitavo torneio seguido, excluindo só os últimos Jogos Olímpicos. Há um antes e um depois de Paulo Jorge Pereira, o selecionador nacional que levou a equipa às meias-finais do Mundial. Ele não concorda com o “eu penso, logo existo”, desgosta do verbo “tentar” e acha que os jogadores cada vez precisam menos da sua ajuda. Mas numa coisa não tem dúvidas: “Já somos uma potência do andebol. Não podemos é parar.”

