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Entrevistas Tribuna

A Dinamarca ainda está “entalada” em Rui Silva: “Ficamos muito melindrados quando algo nos acontece. Não nos achamos inferiores a ninguém”

Rui Silva esteve em todas as oito fases finais de torneios em que Portugal jogou desde 2020
Rui Silva esteve em todas as oito fases finais de torneios em que Portugal jogou desde 2020
José Fonseca Fernandes

Antes de reencontrar os tetracampeões do mundo na fase de grupos deste Europeu, a seleção nacional de andebol arranca, na sexta-feira (17h, RTP2) e contra a Roménia, a sua quarta participação seguida no torneio. O capitão Rui Silva explica que custou a digerir a derrota com os dinamarqueses nas meias-finais do último Mundial e a história “muito bonita” que conseguiram nos últimos anos é passado: o difícil, agora, é manter a exigência. Mas querer sempre mais, garante, “é contagiante”

Não hesita por um segundo ao afirmar que sim, ainda lhe está atravessada, pode não ficar bem dizê-lo mas o travo deixado pela Dinamarca, há um ano, tão-pouco soube bem aos jogadores portugueses. Perdida a meia-final do último Campeonato do Mundo por 13 golos, indomáveis os nórdicos de pulso firme a segurar o andebol pelo pescoço, Rui Silva demora-se ainda menos a trilhar o que Portugal fará, a 20 de janeiro, quando partilhar de novo um pavilhão com os nórdicos: “Vamos sempre querer mostrar que somos tão bons como eles. Vamos jogar para ganhar, como sempre fazemos.”

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