O experiente António Areia rejeita pegar já na calculadora, mas tem uma garantia depois da França: “Não será este jogo que nos vai abalar”
Um dos mais goleadores de sempre da seleção, e nome forte da geração que revolucionou o andebol nacional, reconhece que Portugal esteve "apático" contra os gauleses, mas recorre ao saber obtido em fases finais passadas para mirar adiante: "Estas competições não deixam relaxar, não deixam chorar ou festejar, temos de mudar o chip de um jogo para o outro"

