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No seu melhor Europeu de andebol, Portugal silenciou mais de 10.000 suecos. Um deles foi Max Darj: “É uma memória dolorosa”

O pivô já ultrapassou as 140 internacionalizações pela Suécia e esteve em cinco Europeus, quatro Mundiais e dois Jogos Olímpicos
O pivô já ultrapassou as 140 internacionalizações pela Suécia e esteve em cinco Europeus, quatro Mundiais e dois Jogos Olímpicos
DeFodi Images

Em 2020, Portugal conseguiu um inédito 6º lugar no Europeu de andebol. Pelo caminho, abalroou a anfitriã Suécia, que venceria a edição seguinte do torneio. É esse resultado que a seleção nacional quer superar quando entrar em campo (esta sexta-feira, 14h, RTP2) para discutir a 5ª posição deste Euro 2026 contra os nórdicos. Max Darj, vice-capitão dos escandinavos e capitão do Füchse Berlin, esteve nos dois confrontos e não esquece o quão “caótico” foi ser goleado em casa perante milhares de adeptos

São tempos que muito provavelmente não voltarão. Usufruir do fator surpresa foi um direito exclusivo de outra vida. Há seis anos, no Euro 2020, Portugal entrava em campo sem resultados que o promovessem a um estatuto superior ao de outsider. A seleção nacional estava à mercê de 10.135 seres a encorajarem os suecos desde as bancadas, mas o único alvo fácil na Malmö Arena foi a baliza dos nórdicos. 35-25 foi o resultado que deixou o mundo do andebol boquiaberto.

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