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Entrevistas Tribuna

Atrasaram-se nas contas que colocaram ‘Kika’ Veselko no circuito mundial de surf. Ela não quer saber: “O que interessa é estar dentro”

A festejar na praia, levada em ombros e com a bandeira portuguesa: tudo o que Francisca Veselko não fez no Havai porque a WSL se atrasou a fazer contas
A festejar na praia, levada em ombros e com a bandeira portuguesa: tudo o que Francisca Veselko não fez no Havai porque a WSL se atrasou a fazer contas
Roni Bintang

Francisca Veselko queria ter sido a primeira a entrar no Championship Tour, o mundial de surf onde Portugal nunca teve uma mulher. Yolanda Hopkins antecipou-se por uns meses, não faz mal: aos 22 anos, a surfista de Cascais, filha de pais surfistas que tinha medo do mar, explica como a sua consistência e persistência a levaram a qualificar-se para a elite. E como ela e os amigos perceberam antes da World Surf League que ela já estava apurada

Por não ter base de comparação, Francisca é incapaz de precisar o que sentiu quando já em casa estava, no Havai, seca de água salgada, despida do fato de surf, e lhe chegou a boa-nova com atraso. “Pois, foi um bocado diferente, mas o que interessa é estar dentro”, diz apenas sobre a história que retrata a letargia da World Surf League (WSL) em afinar a sua matemática.

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