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“Continua a haver um estigma, ainda somos colocadas num patamar inferior aos homens“: os desafios e barreiras para as treinadoras de futebol

A espanha Natalia Arroyo está na segunda temporada a treinar o Aston Villa
A espanha Natalia Arroyo está na segunda temporada a treinar o Aston Villa
Aston Villa

Na semana em que Marie-Louise Eta se torna a primeira mulher a orientar uma equipa numa grande liga masculina, a Tribuna Expresso ouviu as experiências de Natalia Arroyo, que orienta o Aston Villa, e Mariana Cabral, adjunta nos Chicago Stars. A chegada da alemã ao banco do Union Berlin é motivo de celebração, mas continua a haver um mundo de pronconceito, sexismo, dificuldades financeiras e até burocráticas, esbarrando-se na dificuldade de formação ou na força do hábito

“Continua a haver um estigma, ainda somos colocadas num patamar inferior aos homens“: os desafios e barreiras para as treinadoras de futebol

Pedro Barata

Jornalista

Ambas são treinadoras, as duas passaram pelo mundo da comunicação social antes de se dedicarem exclusivamente ao treino. Têm idades semelhantes, a espanhola 40 anos, a portuguesa vai com 38. Saíram dos seus países, na Península Ibérica, e foram trabalhar para as duas ligas femininas financeira e mediaticamente mais pujantes do planeta.

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