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Portugal nem 5000 federados tem no triatlo, mas Vasco Vilaça é campeão do mundo: este sucesso “não é de geração espontânea”

Vasco Vilaça com a medalha de ouro de campeão do mundo de triatlo, ao lado de Matthew Hauser, com a prata, e de Ricardo Batista, o terceiro melhor de 2026
Vasco Vilaça com a medalha de ouro de campeão do mundo de triatlo, ao lado de Matthew Hauser, com a prata, e de Ricardo Batista, o terceiro melhor de 2026
Salvador Sas

Fernando Feijão, presidente da Federação de Triatlo de Portugal, rejeita a ideia de uma vaga de sucesso surgida do nada no país. Depois do título mundial de Vasco Vilaça, do bronze de Ricardo Batista no ranking mundial, e do 11º lugar de João Nuno Batista e do 19º de Miguel Tiago Silva na finalíssima do Mundial, além do vice-campeonato mundial júnior de Dinis Ferreira, o dirigente explica como se construiu triatlo português: “O triatleta demora no mínimo 10 anos a chegar a um nível internacional.”

O triatlo português viveu esta semana um dos momentos mais extraordinários da sua história. Em Pontevedra, Vasco Vilaça sagrou-se campeão do mundo de triatlo, 19 anos depois de Vanessa Fernandes ter conquistado o mesmo título. Ricardo Batista terminou a temporada no 3º lugar mundial. João Nuno Batista foi 11.º na finalíssima e Miguel Tiago Silva 19.º, colocando quatro portugueses entre os 20 primeiros da prova de elite masculina. Na véspera, Dinis Ferreira tinha sido vice-campeão mundial júnior.

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