Nasceu na Amadora, emigrou para a Suécia e hoje vive em Girona. É o primeiro homem português a ser o melhor do mundo no triatlo. Já tinha estado muito perto, só conseguiu quando se esforçou um pouco menos
Ele não era tão tranquilo como se lembra de ter sido em Quarteira. Ao Algarve há romaria anual, lá se realiza uma prova da Taça da Europa onde o “mundo do triatlo português” aparece “em peso”. A prova importa, mas já é desadequada às pretensões de Vasco Vilaça. Culpa da guerra no Irão, a etapa do Mundial em Abu Dhabi, coincidente no calendário, fora cancelada e um dos seus treinadores disse não valer a pena ir a Portugal, era melhor dedicar o tempo ao treino. Vasco discordou. Queria aproveitar, “fui e adorei”, e regressou com “aquele feeling incrível de ter pessoas à volta” sem fazer caso à vida regrada: “Antes da prova ficámos até à uma da manhã na brincadeira, éramos umas 30 pessoas.”
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