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    Euro 2016

    Os bastidores do dia da conquista do Euro 2016: superstições com um galo, charuto com cálice de vinho e bife com ovo a cavalo

    Da esquerda para a direita: Francisco Paraíso, Calros Godinho, Cristiano Ronaldo, enfermeiro Carlos Martinho, António Gaspar e Ricardo Carvalho. Alguns dos "resistentes de 2004" que também estiveram no Euro 2016
    Da esquerda para a direita: Francisco Paraíso, Calros Godinho, Cristiano Ronaldo, enfermeiro Carlos Martinho, António Gaspar e Ricardo Carvalho. Alguns dos "resistentes de 2004" que também estiveram no Euro 2016
    D.R.

    Carlos Godinho, diretor técnica da seleção em 2016, conta alguns detalhes sobre a preparação do Europeu e da final em Paris contra a França, que ficou para sempre marcada na memória dos portugueses. Entre outros pormenores, fala de um galo que se tornou superstição, do bife com batatas fritas e ovo a cavalo após a vitória final, de charutos, vinho do Porto e conversas com emigrantes até às 2h da manhã. Também de medalhas perdidas, de lágrimas de emoção e da sua saída da FPF exatamente 50 anos depois de ter entrado. Este depoimento foi recolhido por Alexandra Simões de Abreu

    Carlos Godinho, antigo diretor técnico da seleção nacional

    Comecei a trabalhar com as seleções nacionais em 1984, mais concretamente com a seleção nacional A a partir de 1991, portanto no Europeu de 2016 eu já tinha um conhecimento profundo daqueles jogadores. As pessoas do staff que lá estavam tinham sido, na sua grande maioria, enquadradas por mim dentro da federação.

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