Futebol internacional

Depois de colapsar em campo, Eriksen está estável e deve ter alta hospitalar “em breve”

Christian Eriksen joga com um desfibrilhador cardíaco implantado, depois de um primeiro colapso em campo no Euro 2021
Christian Eriksen joga com um desfibrilhador cardíaco implantado, depois de um primeiro colapso em campo no Euro 2021
Bo Amstrup

Internacional dinamarquês colapsou em campo durante o jogo frente à Ucrânia. Eriksen saiu de campo pelo próprio pé e foi transportado para o hospital, onde está a ser monitorizado

O internacional Christian Eriksen está estável e deverá ter alta hospitalar em breve, depois de no domingo ter caído inanimado no relvado durante o particular entre a Dinamarca e a Ucrânia, informou esta segunda-feira a federação dinamarquesa de futebol.

Conversei com Christian esta manhã e ele está bem. Ele está com a família e de bom humor. Esperamos que ele receba alta e volte para casa em breve“, disse Morten Boesen, médico da seleção dinamarquesa, citado no comunicado da federação.

Os companheiros de Eriksen e equipa técnica da seleção dinamarquesa também estão a ser acompanhados pela federação: ”Estamos a tomar conta dos jogadores e staff e em permanente contacto com eles", pode ainda ler-se no comunicado.

No domingo, em Odense, na Dinamarca, o médio de 34 anos agarrou-se ao peito e colapsou ao minuto 66, numa altura em que a seleção dinamarquesa vencia a congénere da Ucrânia por 2-1, levando colegas e adversários a chamarem de imediato a equipa médica.

Os jogadores das duas seleções formaram um círculo para proteger o atleta das câmaras, enquanto o futebolista, que em 2025/26 representou o Wolfsburgo, recebia assistência.

O dinamarquês deixou o relvado cerca de 10 minutos depois, tendo sido levado para o Hospital Universitário de Odense, e o árbitro Sigurd Kringstad decidiu terminar o encontro, após reunir com as equipas.

O episódio de domingo remete para o colapso sofrido pelo médio em 12 de junho de 2021, no Euro 2020, frente à Finlândia, quando foi assistido em campo devido a uma paragem cardiorrespiratória, que os médicos conseguiram reverter.

Posteriormente, o jogador foi transferido para um hospital de Copenhaga, onde esteve internado durante quatro dias, tendo-lhe sido implantado um desfibrilhador cardíaco, e voltou aos treinos em dezembro de 2021.

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