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Futebol nacional

Sem compromissos com marcas, apenas com o estilo: Ricardo Mangas e Richard Ríos são os campeões da irreverência nas chuteiras

Nuno Miguel com dois modelos antigos de chuteiras, da década passada (até da anterior) que os jogadores hoje procuram
Nuno Miguel com dois modelos antigos de chuteiras, da década passada (até da anterior) que os jogadores hoje procuram
Matilde Fieschi

Com um toque de nostalgia e excentricidade, os jogadores de Sporting e Benfica não entregam ao acaso a escolha do calçado. Gostam que os pés “causem polémica”, refere Nuno Miguel, fornecedor de chuteiras de ambos. A preferência por pares lançados há vários anos ou remakes confirma que a nostalgia abunda entre os futebolistas. Mas cuidado: “Já vi jogadores da I Liga a usarem pares falsificados.”

Eram como um laço na sua aprumada figura. Durante anos, Toni Kroos calçou as mesmas chuteiras: brancas, com o calcanhar e os cordões azuis, os riscos da Adidas em preto e uma sola personalizada. O modelo foi lançado em 2013 e, mesmo quando outros, mais frescos, o substituíram, o cerebral médio obrigou a marca a produzir até quatro pares por ano para si. É o equivalente a estar sempre a utilizar um iPhone 5 mesmo quando a velhice do equipamento poderia justificar uma atualização.

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