Feito histórico
“Ainda não tenho noção do que atingimos. Às vezes, quando vou de carro trabalhar, penso mais nestes momentos do que propriamente agora. Emociona-me ver ali a minha família, é muito sofrimento... A vida de treinador é prazerosa, mas muitas vezes angustiante. Eles sabem as dores que vamos sentindo e as horas que não estamos em casa. Fico muito emocionado em olhar para aquela gente toda e pensar que este grupo conseguiu dar-lhe esta alegria”.
Crença
“Acreditámos sempre que era possível, porque aquilo que fazemos e que vamos sentindo ao longo dos jogos é que somos capazes de nos bater com qualquer adversário. Eles não entram em pânico e isso é muito bom. Essa confiança que vamos tendo ao longo das semanas é importante para chegarmos a estes momentos e não tremermos. Não senti nenhum tipo de ansiedade nos jogadores antes deste jogo. Eles estão talhados para isto. Muitos deles queriam muito, porque são portugueses e sentiram que podia ser a única vez que podiam conquistar esta final, mas os estrangeiros também têm um talento enorme”.
Recuperar para a segunda mão do play-off de subida
“A questão anímica é muito importante, mas a física também e temos de recuperar muito bem e pensar na melhor abordagem para o jogo de quinta-feira, que vai ser uma autêntica final também.”
E para o ano… Liga Europa
“Uma coisa de cada vez. Vamos pensar para já no próximo jogo, que é muito importante para nós. Convocamos desde já toda a gente. Da minha parte, a festa vai ser controlada.”
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