O modelo desportivo do país nórdico é um êxito e deixou mais uma prova disso nos últimos Jogos Olímpicos de Inverno. As razões? Cultura de vida ativa, foco na inclusão e rejeição da especialização precoce
Johannes Høsflot Klæbo ganhou seis medalhas de ouro no esqui de fundo dos Jogos Olímpicos de Inverno, um feito inédito
Lars Baron/Getty Images
Pouco antes de Erling Haaland estrear-se, com 15 anos, a nível sénior pelo Bryne, o adolescente ainda fazia parte de uma equipa cujo único critério de entrada era querer jogar futebol na pequena cidade localizada a mais de 500 quilómetros de Oslo. Eram 39 rapazes e uma rapariga, um grupo que se foi mantendo junto com o passar dos anos, sem haver desistências ou dispensas por não se ser suficientemente bom.
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