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Dois Mundiais, dois jogadores, a mesma posição. O que mudou entre gerações do râguebi português?

Em 2007, o “jogador mais pequeno do Mundial” esteve em três dos quatro jogos da estreia de Portugal no torneio. Pedro Leal era defesa e, 16 anos depois, na mesma posição jogará Nuno Sousa Guedes, hoje um dos mais velhos da seleção que só começou a jogar após a proeza da geração do seu “pai no râguebi”. A Tribuna Expresso desafiou-os a responderem e falarem das mesmas coisas para sabermos o que mudou, ou não, entre os dois brilharetes portugueses no mundo oval
Dois Mundiais, dois jogadores, a mesma posição. O que mudou entre gerações do râguebi português?

Diogo Pombo

Texto

Dois Mundiais, dois jogadores, a mesma posição. O que mudou entre gerações do râguebi português?

Rúben Tiago Pereira

Vídeo

Nuno Sousa Guedes não sabe precisar o quando, nem o como. Tinha uns tios, irmãos do pai, que jogaram râguebi e cantarolavam-lhe sonetos ao ouvido, o isco da melodia existia, eles “puxavam”, queriam o melhor das maravilhas da oval para o sobrinho e o rapaz, nada. Só quando viu uns corpanzis na televisão, tinha já 13 anos, com camisolas vermelhas a irem contra escoceses, neozelandeses, italianos e romenos, é que escutou todo o falatório e efervesceu na novidade. Esse “boom deu vontade maior”. Era setembro de 2007 e Portugal jogava o seu primeiro Mundial da história. Em janeiro, Nuno entrou “logo para o râguebi”.

Ele é a prole de um feito, um dos filhos da proeza. Não é a expressão que lhe sai quando está sentado num banco, em estúdio, na mira de câmara, com calças e calçado à civil mas a camisola da seleção no tronco, a que irá vestir para jogar no Campeonato do Mundo dali por uns meses. “Fui um daqueles que o Mundial trouxe para o râguebi”, diz e sorri. Horas antes, com o traseiro no mesmo assento, estivera o seu “pai do râguebi” ou “um irmão mais velho”. Nuno Sousa Guedes batiza Pedro Leal de duas maneiras que acabam por ser três, porque “o ‘Pipoca’ é uma lenda” para ele. Indo-lhe buscar a alcunha, afinal são quatro as manifestações de carinho.

Nuno tem 29 anos e Pedro mais 10, há uma geração no meio deles embora não a separá-los, houve tempo para jogarem juntos no Grupo Desportivo Direito e na seleção de sevens. “Éramos da mesma posição”, saúda o menor em idade, sem mencionar a igual semelhança no râguebi de 15 que perfaz a coincidência: há década e meia, o mais velho foi o defesa (arrière) de Portugal em três das quatro partidas do Mundial e muito provavelmente o mais novo ocupará esse lugar nos jogos que aí vêm no regresso da seleção ao torneio. E há uma concordância para servir de acompanhamento ao paralelismo já feito.

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