• Expresso
  • Tribuna
  • Blitz
  • Boa Cama Boa Mesa
  • Emprego
  • Expressinho
  • O Mirante
  • Exclusivos
  • Semanário
  • Subscrever newsletters
  • Últimas
  • Classificação
  • Calendário
  • Benfica
  • FC Porto
  • Sporting
  • Casa às Costas
  • Entrevistas
  • Opinião
  • Newsletter
  • Podcasts
  • Crónicas
  • Reportagens
  • Facebook
  • Twitter
  • Instagram
  • RSS
Tribuna ExpressoTribuna Expresso
  • Exclusivos
  • Semanário
Tribuna ExpressoTribuna Expresso
  • Últimas
  • Classificação
  • Calendário
  • Benfica
  • FC Porto
  • Sporting
  • Casa às Costas
  • Entrevistas
  • Opinião
  • Newsletter
  • Podcasts
Exclusivo

De Montevidéu a Doha

De Montevidéu a Doha, episódio 7: quando seleções se vestiram no Mundial com os equipamentos dos clubes locais

Platini em 1978, na Argentina
Platini em 1978, na Argentina
-
A França com camisolas às riscas verdes, a Argentina de amarelo e o México com a camisola do Cruzeiro? Sim, tudo isso aconteceu em algumas edições do Campeonato do Mundo no passado. De Montevidéu a Doha é a rubrica em que, semanalmente e até ao arranque do Mundial no Catar, a Tribuna Expresso trará reportagens e entrevistas sobre a história da mais importante competição global
De Montevidéu a Doha, episódio 7: quando seleções se vestiram no Mundial com os equipamentos dos clubes locais

Hugo Tavares da Silva

Jornalista

A história já tem barbas. Antes do mítico encontro entre Argentina e Inglaterra, no Estádio Azteca, em 1986, os roupeiros sul-americanos tiveram um problema. A FIFA ordenou que os argentinos jogassem com as camisolas secundárias. Ou seja, as mesmas que haviam suado contra o Uruguai, nos oitavos de final. Mas Carlos Bilardo, o selecionador, não aceitou. Eram de inverno e os futebolistas iam sofrer outra vez. Rubén Moschella, da federação, foi então pelas ruas da Cidade do México à procura de uma solução. Tinha 48 horas para inventar algo.

No primeiro dia nada. No segundo encontrou as míticas camisetas Le Coq Sportif, contou Moschella, certa vez, à “ESPN”. Bilardo não estava convencido. Diego Maradona cruzou-se com eles e o treinador perguntou-lhe o que achava. “Esta é linda”, confirmou o mago. E assim foi a história do alívio mais aliviado de Rubén Moschella.

Foi necessário então coser os escudos da seleção, já antiquados. E ainda os números, que não eram brancos, brancos e, segundo o protagonista desta história, eram de futebol americano. À meia-noite na véspera do Argentina-Inglaterra, ainda as agulhas estavam a fazer o que Diego faria entre os ingleses. Essa acabou por ser uma das camisolas mais especiais da história dos Campeonatos do Mundo porque ficou associada aos golos de Maradona, o malvado, a marcar um deles com a mão como se tivesse roubado a carteira aos rivais que matavam compatriotas na Guerra das Malvinas, ao tal impossível, angelical, eterno. Até se perguntaram de que planeta vinha aquele canhoto.

SubscreverJá é Subscritor?Faça login e continue a ler
Inserir o CódigoComprou o Expresso?Insira o código presente na Revista E para continuar a ler
Relacionados
  • De Montevidéu a Doha, episódio 6: Antes da Colômbia que não vai ao Mundial, a de Maturana mostrou que eram “mais do que droga e insegurança”

  • De Montevidéu a Doha, episódio 5: depois de 20 anos de domínio europeu, Neymar ou Messi reclamarão o trono de volta para a América do Sul?

  • De Montevidéu a Doha, episódio 4: porque é que quem não ganhou não foi esquecido?

  • De Montevidéu a Doha, episódio 3: Ghiggia e Barbosa, as duas faces do Maracanazo

  • De Montevidéu a Doha, episódio 2: Maradona e os Mundiais, uma história de alegrias e tristezas, sonhos e pesadelos, céu e inferno

  • De Montevidéu a Doha, episódio 1: o que fazer para remediar um pouco um Mundial imoral e manchado de sangue?

Tem alguma questão? Envie um email ao jornalista: htsilva@expresso.impresa.pt

De Montevidéu a Doha

  • De Montevidéu a Doha

    De Montevidéu a Doha, episódio 12: lado a lado com Augusto Inácio, estivemos a ver o Portugal-Inglaterra de 1986

    Hugo Tavares da Silva

  • De Montevidéu a Doha

    De Montevidéu a Doha, episódio 11: quando a Costa Rica entrou “a pensar não ser goleada” e acabou a “sonhar tocar na taça”

    Pedro Barata

  • De Montevidéu a Doha

    De Montevidéu a Doha, episódio 10: quando Alex Ferguson assumiu tragicamente o cargo de selecionador da Escócia e disputou o Mundial de 1986

    Hugo Tavares da Silva

  • De Montevidéu a Doha

    De Montevidéu a Doha, episódio 9: “Os Mundiais de 2018 e 2022 foram atribuídos com base em quem tinha os bolsos mais fundos”

    Pedro Barata

+ Exclusivos
+ Artigos
  • Râguebi

    Em teoria, Portugal é campeão europeu de râguebi, 23 anos depois. Os georgianos ficaram “um bocado chocados”

    Diogo Pombo

  • A casa às costas

    “Com 13 anos fui viver para a casa de um agente, em São Paulo. Foi o pior momento da minha vida. Chorei muito. E afinal, ele não era agente“

    Alexandra Simões de Abreu

  • Opinião

    O que é estrangeiro é bom

    Bruno Vieira Amaral

  • Sporting

    Eleições do Sporting: o leão da urna

    Diogo Pombo

    Gonçalo Almeida

    Paulo Buchinho

+ Vistas
  • Portugal

    Sem Ronaldo, com Rodrigo Mora, Ricardo Horta, Guedes, Samu Costa e Mateus Fernandes: a penúltima convocatória de Portugal antes do Mundial

  • A casa às costas

    “Com 13 anos fui viver para a casa de um agente, em São Paulo. Foi o pior momento da minha vida. Chorei muito. E afinal, ele não era agente“

  • Crónicas de jogos

    Richard Ríos, a receita contra a sonolência no Benfica-Vitória

  • A casa às costas

    “Com 13 anos fui viver para a casa de um agente, em São Paulo. Foi o pior momento da minha vida. Chorei muito. E afinal, ele não era agente“

  • Crónicas de jogos

    Richard Ríos, a receita contra a sonolência no Benfica-Vitória

  • Crónicas de jogos

    Com Neil Armstrong e uma bateria suplente, o FC Porto pôs-se nos ‘quartos’ da Liga Europa a jogar a favor do vento

  • Ciclismo

    O Classicissimo é Tadej Pogačar, o imperador que juntou a Milão-Sanremo aos seus domínios

  • Ciclismo

    O Classicissimo é Tadej Pogačar, o imperador que juntou a Milão-Sanremo aos seus domínios

+ Vistas
  • Expresso

    José de Pina sobre caso nos Salesianos: “Como é que alguém, no seu colégio católico, consegue normalizar um espetáculo destes?”

  • Expresso

    Evandro Gomes: “Cheguei a não ter comida na mesa, partilhávamos pão e leite entre oito pessoas. Pedi 50 cêntimos à minha mãe e ela nem 10 tinha na conta”

  • Expresso

    Mudança da hora pode ter os dias contados na Europa: UE tenta consenso para eliminar horário de verão e inverno

  • Expresso

    Madalena Almeida: “A minha avó diz muitas vezes: ‘Quando fazes uma novela? Era dinheirinho certo’, mas fazer histórias que me interessam mais tem mais valor”

  • Expresso

    Israel ataca alvos em Teerão e no Líbano, Irão retalia e Trump admite abrandar ofensiva

  • Expresso

    Marinha Francesa interceta petroleiro sob bandeira de Moçambique em operação contra ‘frota fantasma’ russa

  • Expresso

    “Tive de desligar tudo. Faço terapia seis dias por semana há 70 semanas, mais de 430 sessões”: Dave Grohl fala sobre a traição no casamento

  • Expresso

    Mário Centeno reformou-se e agora passa os dias a jogar à sueca nos jardins do BCE