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De Montevidéu a Doha

De Montevidéu a Doha, episódio 11: quando a Costa Rica entrou “a pensar não ser goleada” e acabou a “sonhar tocar na taça”

Bryan Ruiz abraça Bolaños depois do golo à Grécia
Bryan Ruiz abraça Bolaños depois do golo à Grécia
Ian Walton
O Mundial 2014 emparelhou a modesta Costa Rica contra três campeãs do mundo: Uruguai, Itália e Inglaterra. Os ticos surpreenderam, ganharam o grupo, eliminaram a Grécia de Fernando Santos e só foram batidos pela ousadia de Van Gaal, nos penáltis, contra os Países Baixos. Christian Bolaños, uma das figuras da equipa, conta à Tribuna Expresso a história das semanas em que “pela primeira vez, rapazes nascidos na Costa Rica acreditaram em fazer algo grande”. De Montevidéu a Doha é a rubrica em que, semanalmente e até ao arranque do Mundial no Catar, a Tribuna Expresso trará reportagens e entrevistas sobre a história da mais importante competição global
De Montevidéu a Doha, episódio 11: quando a Costa Rica entrou “a pensar não ser goleada” e acabou a “sonhar tocar na taça”

Pedro Barata

Jornalista

Christian Bolaños e os restantes jogadores da seleção da Costa Rica estavam fartos de ouvir falar daquilo. “Itália 90, Itália 90, Itália 90”. A nação centro-americana vive, na sua zona, à sombra de potências como os Estados Unidos ou o México e a presença nos oitavos-de-final do Mundial 1990, na estreia na fase final da competição, era uma proeza de que todos falavam até à exaustão.

Tendo nascido, quase todos, durante os anos 80, os homens da equipa costa-riquenha que conseguiu a qualificação para o Mundial 2014 tinham crescido vendo e admirando os feitos dos compatriotas naquela estate italiana. Mas o fascínio tinha-se tornado cansativo. “Estávamos aborrecidos de ouvir sempre falar de 1990, queríamos construir a nossa história”, descreve Christian Bolaños, do outro lado do computador, numa videochamada que une Lisboa a San José, capital do país.

Mas os desejos de fazer com que o Mundial de Itália deixasse de monopolizar o imaginário futebolístico dos ticos pareceram ficar comprometidos no dia do sorteio. Uruguai, Itália e Inglaterra. Três campeãs do mundo. A vigente vencedora da Copa América, a vice-campeã europeia, a detentora da galáxia das estrelas da Premier League.

Bolaños não esconde qual foi o primeiro pensamento do grupo após o sorteio. “Começámos a pensar não sermos goleados, sendo sincero”.

Mas havia “uma geração de jogadores a evoluir na Europa, um bom treinador e um trabalho feito em continuidade na seleção” e puff, fez-se o impensável: a Costa Rica derrotou o Uruguai de Cavani e Forlan e a Itália de Pirlo e Buffon e empatou com a Inglaterra de Lampard, Gerrard e Rooney, vencendo o grupo. Nos oitavos de final, eliminou a Grécia de Fernando Santos para superar a fasquia de 1990. Eles tinham passado a ser a fasquia. A derrota só veio contra os Países Baixos de Robben, Sneijder e Van Persie, nos penáltis.

“História feita com uma geração de ouro que marcará este país para sempre”, resume Bolaños a caminhada.

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