Exclusivo

Mundial 2026

A onda azul de Curaçau no Mundial, onde a seleção “não veio só pelos sorrisos“: quer ganhar, apesar de já ter a sua vitória

Adeptos de Curaçau dentro do estádio, em Houston, a festejarem o golo que a sua seleção marcou à Alemanha durante a primeira parte da estreia do país no Mundial
Adeptos de Curaçau dentro do estádio, em Houston, a festejarem o golo que a sua seleção marcou à Alemanha durante a primeira parte da estreia do país no Mundial
Sebastian Widmann - FIFA

Antes de serem atropelados pela Alemanha na sua estreia em Mundiais, os adeptos curaçauenses eram só orgulho e felicidade pela presença do país no torneio, apesar de o beisebol ainda merecer por lá mais atenção. Já os jogadores confessaram que o jogo lhes mostrou “outro nível”. Kenji Gorré e Jeremy Antonisse, ambos com passado no futebol português, explicaram no final do encontro que “já é uma vitória” estarem no torneio, mas não querem que a narrativa em torno da sua seleção seja só essa

A onda azul de Curaçau no Mundial, onde a seleção “não veio só pelos sorrisos“: quer ganhar, apesar de já ter a sua vitória

Diogo Pombo

Em Houston, no Mundial 2026

De manhã cedo, no elevador do hotel em Houston, um pai e um filho entram com uma raridade no corpo: ambos vestem a camisola alternativa de Curaçau, o mais pequeno país a jogar no Mundial. É uma camada valiosa. Esgotou nas lojas da Adidas, a marca que a produz, nos EUA, sintoma de que a pequena ilha estende a sua influência bem para lá do seu tamanho. “É a mais bonita do torneio”, solta o progenitor com o tecido justo aos seus contornos, inchados de músculos. Tivessem eles outra sorte, estivessem no país que apoiam, quando chegassem cá abaixo iriam pequeno-almoçar com os jogadores por quem iam torcer mais logo.

Comprou o Expresso?Insira o código presente na Revista E para continuar a ler

Tem alguma questão? Envie um email ao jornalista: dpombo@expresso.impresa.pt