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Mundial 2026

A Argentina em busca de imitar o Brasil com o seu “Buda futebolístico“, Pablo Aimar

Como em 2022, Pablo Aimar volta a estar na equipa técnica argentina liderada por Lionel Scaloni: também lá estão Roberto Ayala e Walter Samuel, outros antigos jogadores
Como em 2022, Pablo Aimar volta a estar na equipa técnica argentina liderada por Lionel Scaloni: também lá estão Roberto Ayala e Walter Samuel, outros antigos jogadores
Robbie Jay Barratt - AMA

É das seleções mais velhas do torneio, os convocados são praticamente os mesmos da edição anterior e, entre os que não são, há dois que têm pais mundialistas. A Argentina, cheia das suas idiossincrasias e empurrada por um povo que se despede do trabalho para viajar ao Mundial, quer emular o Brasil, último país a conseguir revalidar o título. A idolatria mantém-se em Lionel Messi, mas, na seleção, a inspiração do próprio selecionador está no homem que era ídolo de La Pulga: Pablo Aimar

Quem aterre em Buenos Aires habilita-se a ver um qualquer avião da Aerolíneas Argentinas estacionado na pista com uma montagem de Lionel Messi, Ángel Di María ou Rodrigo de Paul pintada na traseira. Na Argentina, o ‘selecionês’ precede o castelhano, a obsessão governa o país. Quando a equipa pousou em Kansas City, nos EUA, onde centra a sua base do Mundial, o autocarro com asas da mesma companhia que a transportou tinha no rabo um “10” adornado de azul e branco, número mitológico para um povo perdido de amores pelos seus génios.

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