“Não têm visto os jogos?”, perguntou desafiadoramente Cristiano Ronaldo ainda nos arrabaldes da entrada do Aeroporto de Lisboa, de onde a comitiva iria partir, minutos depois, para a Florida, onde está o quartel-general da seleção nacional para o Mundial 2026. Diga-se que é precisamente por muitos terem visto os últimos jogos de Portugal que o empate frente à República Democrática do Congo (1-1) no início da caminhada no Campeonato do Mundo não parece um evento assim tão esotérico: confirmou, na verdade, uma tendência da equipa orientada por Roberto Martínez que, quando amarrada por estruturas defensivas mais agressivas, tem padecido de falta de criatividade para se soltar.
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