Beth Jackson perde-se nos nomes. “Sabes”, pontua na sua longa introdução, “chamamos-lhe a Torre Eiffel, ou o Coliseu, ou a Agulha, depende um pouco de onde vieres no mundo”. Não texana, mas vinda para Houston há 15 anos para se dedicar ao lugar de que fala, podia ter prosseguido na enumeração das alcunhas: era “o Taj Mahal do desporto” na apreciação do “The Daily News”, ou parecia “um disco voador” na descrição de Mickey Mantle, o jogador de basebol que bateu o primeiro home run lá dentro. Nenhuma alcança a ousadia, ainda menos a pretensão, da que mais se colou ao Astrodome.
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