No dia em que Stephen Eustáquio, cuja cara está em ecrãs gigantescos na espécie de Times Square de Toronto, se fez herói do Canadá, a maior cidade do Canadá acolheu o último dia do maior festival do país: o Pride, vindo do orgulho na sua comunidade LGBTQI+ e no progressismo social. No seguinte, deu para constatar como na terra que só vai acolher mais um jogo (o Portugal-Croácia) do Mundial há entusiasmo suficiente por futebol que justificaria receber mais uns quantos
A Nathan Phillips Square, no centro de Toronto, cheia de adeptos em dia de jogo da seleção do Canadá no Mundial
Informa Plus Photo Agency
Avistar miúdos a jogarem na rua, o alcatrão o seu campo, pela janela do comboio que serve de interlúdio entre o aeroporto e o centro da cidade é bom augúrio. Pode dar-se o de ser um acaso, algo ordinary ou ordinaire, no Canadá bilingue diz a lei que todas as coisas se devem dizer em inglês e francês: nas placas de indicações, nas intruções nas máquinas, nos anúncios saídos dos alfifalantes - se bem que a voz francesa soe a pessoa de inglês-mãe obrigada a desdobrar-se no idioma não dominante. Pela exit/sortie em Union Station, no nervo da cidade, surge outro sinal de Toronto ter umas formas mais arredondadas.
Relacionados
Tem alguma questão? Envie um email ao jornalista: dpombo@expresso.impresa.pt


















































