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Mundial 2026

Ambidestros, para que vos quero? Em busca de entender os mentalistas com um pé tão bom como o outro

A França apurou-se para os oitavos de final do Mundial depois de eliminar a Suécia nos 16 avos
A França apurou-se para os oitavos de final do Mundial depois de eliminar a Suécia nos 16 avos
Justin Setterfield

Jogadores como Ousmane Dembélé ou Rayan Cherki não são fabricáveis em centros de treino. A indiferença com que usam o pé direito ou esquerdo faz parte da sua “natureza”. Sem tendências vincadas, os defesas têm mais dificuldade em entrar-lhes na cabeça. Esta espécie que resolve muitos berbicachos é rara, mas a França conta logo com dois. A Tribuna Expresso tentou descodificar como pensam ambidestros com ajuda de João Nuno Fonseca, treinador com passagens por Nantes, Stade de Reims e Valenciennes

Na saga “Divergente”, a sociedade divide-se em cinco fações. A juventude é separada da vida adulta por um momento em que cada pessoa passa por um teste que a encaminha para a respetiva casta: intrépidos, cordiais, cândidos, eruditos ou abnegados. Porém, existe uma espécie rara de indivíduos que não se encaixa em nenhuma das gavetas da distopia de Veronica Roth. Os divergentes, assim se chama o grupo de desalinhados, são vistos como uma ameaça por terem um pensamento demasiado livre e crítico da organização imposta.

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