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    Mundial 2026

    Como resistir às emoções do Mundial: quando o futebol faz disparar o pulso e não nos deixa dormir à noite

    Adepto de Portugal leva as mãos à cabeça depois de uma oportunidade desperdiçada da seleção nacional
    Adepto de Portugal leva as mãos à cabeça depois de uma oportunidade desperdiçada da seleção nacional
    Xavier Clemente
    Jogos decisivos podem aumentar a frequência cardíaca, a pressão arterial e os níveis de stress, funcionando como gatilho para problemas cardiovasculares em pessoas vulneráveis. Especialistas garantem, porém, que para a maioria dos adeptos os efeitos no coração e na saúde mental são temporários

    "Eu não consigo ver penáltis, faz-me mal" ou "o meu coração não aguenta estes jogos" são algumas das frases mais comuns quando falamos de jogos de grande importância e poderão ouvir-se em várias partes do mundo a propósito do Mundial de futebol, que entra na sua fase decisiva, com quatro candidatos ao título (Espanha e França jogam esta terça-feira nas meias-finais e Argentina e Inglaterra na quarta-feira). Mas, afinal, ver futebol pode fazer mal à saúde? E é normal que o nosso bem-estar emocional seja afetado quando o nosso clube ou seleção perde?

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