Mais de um milhão de pessoas nas ruas de Madrid saúdam campeã Espanha
Nem as temperaturas acima dos 30ºC desmobilizaram os adeptos. Praça Cibeles concentrou a maioria dos festejos
Nem as temperaturas acima dos 30ºC desmobilizaram os adeptos. Praça Cibeles concentrou a maioria dos festejos
Uma multidão de mais de um milhão de pessoas encheu as ruas de Madrid para saudar a seleção de Espanha, que conquistou o título de campeã do mundo, nos Estados Unidos.
La Roja regressou a Espanha e percorreu várias ruas e avenidas de Madrid apinhadas de pessoas, a maioria vestidas de vermelho, rumo à praça Cibeles.
Na praça Cibeles, cenário clássico das celebrações do futebol em Madrid, foi instalado um palco montado para que os jogadores se dirijam à multidão eufórica que aguentou temperaturas superioes a 30ºC.
As autoridades locais contaram mais de um milhão de pessoas nas ruas para ver e saudar a seleção que conquistou o Mundial deste ano, o segundo na história do país, depois do alcançado na África do Sul, em 2010.
No autocarro aberto onde a equipa se exibiu foi colcada a frase "reis do mundo", com os jogadores a dançarem e a acenarem aos adeptos, que gritam "campeões, campeões", entoam cânticos, tocam vuvuzelas e aplaudem.
A euforia espanhola com esta vitória foi visível logo no domingo à noite em praças e ruas de todo o país, onde milhares de pessoas se juntaram para seguir a final contra a Argentina em ecrãs gigantes e depois encheram as ruas de grandes e pequenas cidades com as celebrações, que se prolongaram pela madrugada.
Os espanhóis celebram a vitória no Campeonato do Mundo de uma seleção "que ilumina a melhor Espanha" e está a criar um "momento de emoção coletiva" raro num país com um discurso político e público muito polarizado, como escrevem hoje jornais como o El Pais ou o El Mundo, nos respetivos editoriais.
No domingo, La Roja venceu por 1-0 a Argentina, com um golo de Ferran Torres, aos 106 minutos da final do Mundial 2026, disputada em East Rutherford, nos Estados Unidos, sucedendo precisamente à formação sul-americana, que era a detentora do troféu.
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