O FC Porto de Farioli quer controlar o que é possível controlar, quase como se se tratasse de um jogo de xadrez. Chega ao clássico com o Sporting (20h45, Sport TV1) numa situação favorável, mas enfrentando um cenário desconhecido e em que as emoções começam a pesar O título nacional continua a estar perto do Dragão, caso o medo de perder não supere a vontade de vencer
A primeira derrota do FC Porto na liga portuguesa chegou em fevereiro. Até então, a equipa azul e branca tinha sido implacável na forma como permitia poucos golos aos adversários, mesmo não seduzindo pelo futebol ofensivo. A superioridade física e o factor bola parada valeram um domínio confortável da tabela. Cedo se percebeu que o modelo de Farioli passava exatamente por cimentar uma estrutura rígida, sem espaço para surpresas. As próprias substituições respeitam as prioridades de gestão, mais do que o sabor da exibição. Quer controlar o que é possível controlar, quase como se se tratasse de um jogo de xadrez. Chega ao clássico com o Sporting numa situação favorável, mas enfrentando um cenário desconhecido e em que as emoções começam a pesar.
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