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Opinião

Quem pensa como Pep?

Pep Guardiola fotografado no início da época do Manchester City, a sua décima no clube inglês
Pep Guardiola fotografado no início da época do Manchester City, a sua décima no clube inglês
Jack Thomas - UEFA

Já não deveria ser uma novidade, mas Guardiola é a definição de pragmatismo resultadista. Enquanto crescem os rumores de que a era do catalão está perto do fim, há uma revolução em curso. Este Manchester City é uma das suas equipas menos completas, mas o título continua ao alcance e pode marcar um antes e depois na forma como vemos um dos técnicos mais bem sucedidos de sempre

Quem pensa como Pep?

Tomás da Cunha

Analista e comentador de futebol

Durante anos, o efeito transformador e global da ascensão de Guardiola no futebol internacional deu que falar. Uns, tentando copiar as ideias de sucesso do domínio através da posse de bola. Outros, querendo descobrir o antídoto para travar essa sequência de passes, defendendo que o objetivo era mais simples: chegar à baliza e ganhar. O Barcelona de Busquets, Xavi, Iniesta e Messi marcou uma era, por nível e títulos. Bayern e Manchester City também atingiram patamares de topo, reforçando o currículo do catalão. Mas o principal responsável pela globalização do cenário de jogo posicional apoiado (e, naturalmente, das equipas especialistas na pressão) decidiu já não estar aí.

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