
Ronaldinho convidava a bola para uma festa a dois e a bola ia, de livre vontade e com vontade de se divertir. Eram cúmplices, os dois na balada em pleno relvado. Não fujo ao lugar-comum do “mais” e do “maior”: Ronaldinho foi o mais habilidoso que vi jogar e o maior amigo da bola. Artigo de opinião de Bruno Vieira Amaral

