Toda a experiência desportiva americana é refletiva da cultura local hipercapitalista: mais é melhor, melhor é maior, maior é mais rico, mais rico é melhor. O que poderia ser um Mundial de união entre muita gente muito diferente vai ser uma afronta ao espírito popular da modalidade (que o diga o árbitro Omar Artan)
Prodome, Prodomme, Prod’homme, Preu’dhomme, Preud’homme. Depois de muito treino nas páginas floridas do meu diário cor de rosa, lá consegui aprender a escrever Michel Preud’homme, nome do belga que foi considerado o melhor guarda-redes do mesmo Mundial em que Maradona marcou o último golo pela Argentina, Baggio mandou um penálti em direção ao Atlântico e Bebeto nos embalou a todos, embora Romário (e os seus remates de bico que muito dano causaram às unhas do meu pé direito) tenha sido o melhor jogador daquela prova pouco brilhante que me ficou na memória como o meu primeiro Mundial.
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