Ironicamente, os desejos de agradar a todos (ou à maioria possível) por parte da FIFA levaram-nos a uma competição disputada nos Estados Unidos, onde tantos não são bem-vindos. Roberto Martínez parece ter o destino traçado, mas pode deixar o cargo num lugar que ninguém alcançou. Este cruzamento geracional de Portugal pede uma campanha melhor do que nos últimos Mundiais
Não se jogava um Mundial no verão desde 2018, longe vai o tempo. Nunca se jogou um Mundial com quarenta e oito países. Ironicamente, os desejos de agradar a todos (ou à maioria possível) por parte da FIFA levaram-nos a uma competição disputada nos Estados Unidos, onde tantos não são bem-vindos. Fora das questões políticas e sociais, há um torneio com protocolos americanizados (intervalo para uma hidratação publicitada) e novas regras para tentar diminuir o anti-jogo. Veremos quatro estreantes (Cabo Verde, Jordânia, Curaçao e Usbequistão) e muitos candidatos ao título, lote nos quais se inclui Portugal (rejeitando qualquer favoritismo).
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