Roberto Martínez fala bem, é educado, canta o hino. Nunca deve ter faltado ao trabalho, quando chega cumprimenta os seguranças e o cozinheiro, não se esquece dos aniversários. É o genro perfeito. Já o tinha sido na Bélgica. É agora em Portugal
A tendência nacional para escolher selecionadores assim-assim merecia um estudo. Um gabinete inteiro do Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra a analisar as competências de indivíduos, na sua maioria de bigode, e os seus desempenhos rocambolescos à frente da seleção. É como se tivéssemos necessidade de temperar o talento dos jogadores com os treinadores menos entusiasmantes do mundo. Algumas opções até se compreendem.
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