Cá estamos outra vez. Naquele célebre apeadeiro onde o Brasil desce do Mundial vergado por uma equipa europeia qualquer. O “qualquer” é ideia dos brasileiros. Para eles, a Bélgica de 2018 era uma equipa qualquer, a Croácia de 2022 era uma equipa qualquer e a Noruega seria uma equipa qualquer. Só não era uma equipa qualquer porque conheciam Haaland
Well. Cá estamos outra vez. Naquele célebre apeadeiro onde o Brasil desce do Mundial vergado por uma equipa europeia qualquer. O “qualquer” é ideia dos brasileiros. Para eles, a Bélgica de 2018 era uma equipa qualquer, a Croácia de 2022 era uma equipa qualquer e a Noruega seria uma equipa qualquer. Só não era uma equipa qualquer porque conheciam Haaland. Era a Noruega do Haaland. Que, apesar de todos os avisos, foi quem os eliminou (ou terá sido Ancelotti que os eliminou?), a fazer o que Haaland faz como ninguém. Haaland é o verdadeiro Dadá Maravilha. Não participa na construção de jogo ao nível do passe? Não faz mal. Dadá dizia que nunca tinha aprendido a jogar futebol porque estava demasiado ocupado a marcar golos. Haaland é assim.
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