O argentino é um jogador sem medo, confiante nas suas capacidades, capaz de inventar respostas até quando o treinador tem uma nuvem em forma de ponto de interrogação a pairar-lhe sobre a cabeça. Junta-lhe o descaramento, a falta de vergonha e o espírito aguerrido que, nas circunstâncias erradas, sejamos sinceros, o pode meter em problemas. Como diria Diego Simeone, tem “huevos”. E é com eles que se fazem omeletes
O argentino Prestianni com um dos seus habituais festejos
Eurasia Sport Images
Os adversários têm sido modestos, mas uma das primeiras conclusões que se pode tirar deste Benfica de Marco Silva é que o problema da equipa não estava nos jogadores. Os que têm jogado, à exceção de Lenglet, que substituiu Otamendi, já faziam parte do plantel. No início da época passada, o plantel era elogiado. Depois, com os maus resultados e o fraco rendimento de alguns reforços, com Richard Ríos à cabeça, já era um dos piores plantéis da história do Benfica. Cada jogador era um Michael Thomas, um Pembridge, um Bossio, um Pringle. Um desastre, uma catástrofe natural.
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