A análise à vitória
“Foi um jogo muito maturo, muito bem jogado sobretudo nos primeiros 20 minutos, bons momentos com a bola. Podíamos ter uma vantagem maior na primeira parte. Marcámos três golos, mas, pontecialmente, podíamos ter marcado pelos menos mais dois. São coisas que temos de melhorar.”
A intensidade da equipa
“É o ritmo, a raiva, o espírito para jogar a um certo andamento. Foi um jogo maduro com uma identidade forte quanto ao que queremos fazer. Tivemos uma abordagem forte ao jogo contra um adversário forte, que está numa boa posição na classificação. Foi um resultado muito merecido.”
Os pontapés de canto ofensivos do FC Porto
“É definitivamente uma parte muito importante do jogo. Durante os 90 minutos há tantos eventos que tudo tem um valor especial, tentamos dar importância a tudo. Depois, é a execução dos jogadores. É devido à sua qualidade que temos alguns golos a partir de bolas paradas.”
A gestão que faz dos jogadores
“Penso que se virmos a tendência dos últimos sete, oito jogos, sinto-me confiante com a forma dos jogadores. Se te pedir para fazer um onze, vais sentir as dificuldades que sinto em todos os jogo. Quando eles são chamados a jogar ou a ficar de fora, aceitam o seu papel e cumprem-no. Há uma coesão forte entre todas as partes evolvidos e temos que a manter. Vamos ter agora um grande jogo em Inglaterra e toda a gente terá de estar presente.”
A influência dos dois empates antes deste jogo
“É sempre importante ganhar. No jogo da semana passada foi um episódio infeliz, sofrermos um golo na última jogada, não estivemos ao nosso nível. Depois, contra o Nottingham Forest, já estivemos mais ao nosso nível, criámos oportunidades. Mas o passado é passado, agora a nossa cabeça já está em Nottingham, vamos preparar o jogo para lá chegarmos na melhor condição possível.”
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