FC Porto

Francesco Farioli: “Não podemos conceder meio-metro ao melhor avançado do mundo. Tocou sete, oito vezes na bola e marcou dois golos”

Francesco Farioli durante o FC Porto-Manchester City, o seu primeiro jogo na Liga dos Campeões
Francesco Farioli durante o FC Porto-Manchester City, o seu primeiro jogo na Liga dos Campeões
ESTELA SILVA

Após a derrota (0-2) na estreia na Liga dos Campeões, o treinador do FC Porto elogiou a “prestação fantástica” da equipa, realçando à “Sport TV” o espírito dos seus jogadores e falando de dois em particular: Nehuén Pérez e Diogo Costa

A análise à derrota na estreia na Champions

“Diria que foi uma prestação fantástica, tivemos os nossos momentos, as nossas oportunidades. Houve um período na segunda parte em que os colocámos em apuros, defendemos muito bem, mas, claro, não podemos conceder meio-metro ao melhor avançado do mundo. Vimo-lo hoje, acho que teve uns sete ou oito toques na bola e marcou dois golos. É inacreditável. Mas acho que a equipa jogou muito bem, provámos o nosso ADN e demonstrámos que temos grandes… vocês sabem o que quero dizer.”

O FC Porto com a bola, houve ansiedade?

“Vi bons momentos, com combinações fantásticas pelo centro, não sei se há muitas equipas que joguem assim contra o City. Estou muito feliz.”

As ausências

“Vir cá jogar sem cinco importantes jogadores contra uma das melhores equipa do mundo, acho que fizemos um jogo top. Não com o resultado que queríamos, mas tudo o resto… claro que uns momentos na nossa área e na deles não foram os ideias, penso que merecíamos algo mais.”

O FC Porto vai terminar entre os oito primeiros da fase regular da Champions?

“Vamos jogo a jogo, vimos o que acontece na época passada, fomos ao Casa Pia e perdemos pontos. O Manchester City já é passado, agora voltamos ao campeonato, uma das prioridades da nossa temporada. Temos de nos recarregar e preparar.”

A arbitragem

“As imagens da cotovelada no Gabri foram muito claras, além do segundo cartão amarelo ao Gvardiol na primeira parte, acho que foi um gesto anti-desportivo. Este tipo de coisas, a este nível, podíamos ter ficado a jogar uma parte contra 10… faz parte do jogo.”

A exibição de Diogo Costa

“Disse muitas vezes a minha opinião sobre o Diogo, mas esta noite houve prestações individuais muito boas além do coletivo, como a do Nehuén [Pérez], teve um ano sem jogar 90 miniutos e hoje lutou como um leão contra um jogador fantástico. Houve o espírito do Dragão em muitos dos nossos rapazes.”

O guarda-redes devia estar entre os nomeados para melhor do ano?

“Sim, mas o meu voto não conta.”

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