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O médio dinamarquês foi um dínamo em muitos momentos do jogo portista
Jose Manuel Alvarez Rey
Quando chegou a Portugal, o treinador do FC Porto não conhecia este jovem médio que lhe seria indicado pelo scouting dos dragões. Em boa hora, pensará o italiano: a influência do dinamarquês de 20 anos no regresso da equipa aos títulos, quatro anos depois, é transversal e omnipresente e haverá poucos jogadores tão Fariolistas quanto Victor Froholdt
Dava um bom enredo para um filme de horror surrealista, daqueles indie: um par de pernas, longas, que parecem nunca mais acabar, aparentemente descoordenadas, rabinas, invade o meio-campo de uma equipa de futebol. Está - o par de pernas, leia-se - em constante movimento, como que alérgico à letargia, e ao mesmo tempo sempre no sítio certo, combinando pequenas ações com passadas largas, assustando quem se depara com aquela visão mesmo em cima de si, omnipresente, a toda a hora.
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